Crédito da Foto: Divulgação/CBF
Carlo Ancelotti segue sua rotina de testes em plena Copa do Mundo, buscando alternativas para a ausência de Raphinha, que sofreu um estiramento na coxa direita. Sem o atacante, considerado peça importante do esquema, o treinador italiano aposta em um time ainda mais ofensivo e já testou três nomes para a função.
Em New Jersey, nos Estados Unidos, o técnico tenta equilibrar lógica e surpresa na escolha do substituto ideal. A tendência inicial é que Luiz Henrique saia na frente na disputa, por características mais próximas às de Raphinha: velocidade, drible e atuação pela ponta direita.
O atacante tem perfil semelhante ao do jogador do Barcelona, sendo canhoto e acostumado a atuar aberto pelo lado direito, explorando arrancadas e jogadas individuais. Em um cenário de decisão mais previsível, a solução seria direta: a entrada de Luiz Henrique no time titular.
No entanto, Ancelotti ainda mantém a avaliação aberta e testa outras duas alternativas: Rayan e Endrick.
Entre os dois, Rayan aparece à frente na disputa. O jogador já atuou desde as categorias de base pela direita e também pelo centro do ataque, além de ter sido testado anteriormente na Seleção. Apesar disso, sua última oportunidade não teve grande impacto, o que reduz sua vantagem sobre Luiz Henrique.
Endrick aparece como opção mais ousada. O jovem atacante vem ganhando espaço na mídia e na torcida, mas ainda é visto pelo treinador como um atleta em processo de maturação. Sua entrada exigiria mudanças táticas mais profundas, incluindo a alteração na função de Matheus Cunha, que passaria a atuar mais recuado.
Enquanto define o substituto, Ancelotti também ajusta o modelo de jogo da Seleção, que deve atuar com três volantes — Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá — para dar liberdade ao setor ofensivo.
A Seleção Brasileira entra em campo com a necessidade de vitória e, se possível, com saldo elevado de gols para evitar um cenário de segundo lugar no grupo, o que poderia dificultar o caminho no mata-mata.
A definição da vaga de Raphinha, portanto, é tratada como peça-chave no planejamento da equipe para a sequência da Copa do Mundo.









