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O Brasil garantiu sua vaga na Copa do Mundo de 2026, mas fechou as Eliminatórias Sul-Americanas com o pior desempenho de sua história na competição.
Com a derrota por 1 a 0 para a Bolívia, nesta terça-feira, em El Alto, a Seleção terminou em quinto lugar, somando 28 pontos e 51% de aproveitamento. Apesar do desempenho abaixo do esperado, o Brasil será cabeça de chave no Mundial, por estar entre os nove primeiros do ranking da Fifa.
A campanha foi marcada por instabilidade, com três treinadores diferentes ao longo das Eliminatórias: Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti. Entre os pontos negativos, destaca-se a derrota por 4 a 1 para a Argentina, em março, que entrou como a pior da Seleção na competição, além de ser a primeira derrota em casa na história das Eliminatórias nesse formato.
Desde que as Eliminatórias Sul-Americanas adotaram o formato de turno e returno, em 1996, o Brasil nunca havia feito menos de 30 pontos. O desempenho mais próximo disso havia sido na qualificação para a Copa de 2002, quando a equipe teve dificuldades, mas terminou conquistando o pentacampeonato na Coreia do Sul e Japão.
No sistema atual, os seis primeiros colocados se classificam diretamente para o Mundial. No formato antigo, a quinta posição obrigaria a Seleção a disputar a repescagem. Vale lembrar que o Brasil ficou de fora das Eliminatórias de 1998, por ser campeão vigente, e de 2014, por ser sede, e que na última edição houve um jogo a menos, devido à anulação do confronto contra a Argentina.









