Crédito da Foto: Acervo Pessoal
Profissionais da imprensa esportiva, especialmente radialistas, têm enfrentado dificuldades para trabalhar na Arena Pantanal durante a cobertura de jogos da Série B do Campeonato Brasileiro e do FIFA Series.
As principais reclamações envolvem más condições estruturais, como acúmulo de água, lixo e presença de mosquitos, além da falta de itens básicos.
De acordo com relatos compartilhados em grupos da Associação Mato-grossense de Cronistas Esportivos, o setor Oeste Superior é o mais afetado.
Profissionais relatam a ausência de água potável e condições inadequadas nos banheiros.
“A gente vai trabalhar e encontra uma situação lamentável. Não tem água para beber e os banheiros estão sujos”, afirmou um radialista.
Diante do cenário, emissoras de rádio tradicionais optaram por não realizar a cobertura presencial dos jogos.
A situação também gerou insatisfação entre torcedores que estiveram presentes na abertura do evento, que apontaram problemas semelhantes no estádio.
Outro ponto criticado é a falta de organização no acesso à arena. Segundo os profissionais, houve desencontro de informações sobre a entrada de veículos com equipamentos, obrigando equipes a percorrerem longas distâncias a pé.
“Fomos informados que não poderíamos acessar pelo túnel da imprensa. Tivemos que deixar os equipamentos a mais de 300 metros do portão. É inviável carregar tudo”, relatou outro comunicador.
As restrições impostas à imprensa também impactaram a cobertura televisiva. Emissoras credenciadas tiveram autorização para gravar apenas dois minutos por partida, devido aos direitos de transmissão exclusivos da Rede Globo, definidos pela FIFA.
Além disso, o valor dos ingressos, chegando a R$ 140, também foi alvo de críticas por parte do público.
Após não ser escolhida como uma das sedes da Copa do Mundo Feminina de 2027, Cuiabá recebeu o FIFA Series como alternativa.
A programação segue com os confrontos entre Coreia do Sul x Canadá, às 15h, e Brasil x Zâmbia, às 21h30.
Com informações Gazeta Digital









