Crédito da Foto: Reprodução/Vasco
O Vasco atravessa seu pior momento no Brasileirão. A derrota para o Grêmio marcou o quarto revés consecutivo da equipe na competição — sequência que iguala o desempenho do Sport, lanterna já rebaixado. A série negativa reacendeu as críticas ao técnico Fernando Diniz, mas, apesar da pressão, o treinador segue mantido pela diretoria.
Internamente, o entendimento é de que Diniz tem sua parcela de responsabilidade, especialmente por algumas substituições questionadas, porém o problema não se resume à comissão técnica. A avaliação é de que vários jogadores têm apresentado rendimento muito abaixo do esperado, o que tem provocado cobranças firmes, porém direcionadas individualmente.
Foco em ajustes e mudanças
A leitura atual dentro do clube é de que o problema não é físico. Dados de GPS mostram que a equipe correu e se desgastou nas derrotas na mesma intensidade das partidas em que venceu. O que tem faltado, segundo dirigentes e membros da comissão técnica, é lucidez para tomar decisões importantes durante o jogo.
Durante a pausa da Data Fifa, o foco foi corrigir falhas táticas. No entanto, o desempenho diante do Grêmio evidenciou que a principal questão agora é emocional: o time perdeu confiança e o trabalho nos próximos dias será voltado à recuperação do ambiente e da autoestima do grupo.
Mudanças na escalação estão no radar. Jogadores que eram considerados titulares podem perder espaço — casos de Hugo Moura e Tchê Tchê, que vinham revezando no meio-campo com Barros. A tendência é que Thiago Mendes seja testado na próxima partida, ganhando uma oportunidade para tentar dar novo equilíbrio ao setor.
O Vasco tenta reencontrar o caminho das vitórias e estancar a crise antes que a situação na tabela se complique ainda mais.









