"Eu acredito que os gramados sintéticos deveriam ser proibidos no Brasil o mais rápido possível. É uma vantagem competitiva significativa para as equipes que utilizam esses campos em seus jogos como mandantes.
A dificuldade que os jogadores enfrentam ao se adaptar a esse tipo de gramado é muito grande, influenciando diretamente nos resultados. Aqueles que optam pelo campo artificial por razões financeiras, visando arrecadar mais dinheiro com o estádio e outras justificativas, eu considero inválido", afirmou Cristiano Dresch.
Na reunião, ficou estabelecido que não haverá proibição em 2024, mas a equipe visitante terá permissão para realizar um treino no estádio com gramado artificial na véspera da partida, se assim desejar.
"É verdade que no Brasil há dificuldades em melhorar os gramados naturais, mas isso não é algo impossível de ser feito. Na Arena Pantanal, por exemplo, o Cuiabá triplicou o investimento precisamente para manter o campo em excelentes condições.
O futebol de alto nível deve ser praticado em grama natural e não em um gramado de plástico, que proporciona uma vantagem competitiva significativa e permite que essas equipes acumulem pontos facilmente durante o campeonato, facilitando sua vida na Série A, sem mencionar o maior risco de lesões para os atletas", concluiu.