Crédito da Foto: Reprodução / FIFA
Faltando apenas dois dias para o início da Copa do Mundo de Clubes, que será disputada nos Estados Unidos, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, classificou o torneio como o começo de uma “nova era” para o futebol mundial.
Em entrevista à AFP, Infantino comparou o momento ao lançamento da primeira Copa do Mundo de seleções, em 1930, que é até hoje lembrada como um marco histórico.
“Este é o início de uma nova fase no futebol, semelhante ao que aconteceu em 1930 com a primeira Copa do Mundo. Por isso, essa edição aqui será histórica”, afirmou o dirigente.
Infantino também ressaltou o caráter global e inclusivo do evento, destacando que os 32 clubes participantes contam com jogadores de 81 países diferentes.
“Nossa intenção é dar espaço para times de todas as regiões do planeta. Queremos realmente globalizar o futebol e fazer com que ele seja um esporte verdadeiramente mundial”, disse.
Ele chamou atenção para o fato de que 22 países, que nunca tiveram representantes em Copas do Mundo de seleções, terão atletas presentes no torneio.
“Esses jogadores se sentem parte de uma Copa do Mundo, o que é um grande avanço”, destacou.
Sobre as recentes medidas adotadas pela Fifa para estimular a venda de ingressos, como a redução dos preços em algumas sedes e descontos para estudantes em Miami, Infantino defendeu a estratégia e descartou críticas.
“Não queremos ver estádios vazios e acredito que eles estarão cheios”, declarou.
Em relação aos protestos contra a política anti-imigração dos EUA, que ocorreram recentemente em Los Angeles, o presidente da Fifa confirmou que o tema está sendo acompanhado de perto.
“A segurança é uma prioridade para nós. Monitoramos constantemente qualquer situação, como os protestos em Los Angeles, e estamos em contato permanente com as autoridades locais para garantir que os torcedores possam assistir aos jogos em um ambiente seguro”, concluiu.









