Crédito da Foto: Divulgação/ Mixto EC
Mixto e Cuiabá voltam a medir forças neste domingo (18), às 17h, no Estádio Dutrinha, em duelo válido pela terceira rodada do Campeonato Mato-grossense. As duas equipes da capital somam três pontos cada, com uma vitória e uma derrota nas rodadas iniciais, e entram em campo em busca de afirmação neste começo de Estadual. O Alvinegro leva vantagem no saldo de gols e contará com o apoio da torcida.
Às vésperas do clássico, o técnico do Mixto, Lucas Isotton, falou sobre a importância do confronto e ressaltou que, mesmo com as equipes ainda em fase de ajustes, o peso da rivalidade torna o jogo diferente dos demais.
— É um jogo que pede maturidade. Os times ainda estão se organizando, mas o clássico tem uma atmosfera própria, que influencia o ritmo, as decisões e o comportamento dentro de campo — destacou o treinador.
Isotton avaliou que as primeiras rodadas já serviram como parâmetro para correções e evolução do elenco, mas frisou que enfrentar o Cuiabá representa um desafio maior pela qualidade do adversário.
— Com dois jogos já dá para identificar o que precisa ser ajustado e o que funcionou. Agora o nível sobe, porque o Cuiabá é um adversário forte, que também busca seu melhor encaixe na competição.
Segundo o comandante alvinegro, a preparação vai além do aspecto tático e passa pela leitura do contexto emocional que envolve um clássico entre os rivais da capital.
— A gente trabalha em cima das características do Cuiabá, mas também do que o clássico representa. É um jogo decidido nos detalhes, na leitura e na tomada de decisão. Não é só o modelo de jogo que resolve.
Ao analisar o momento do adversário, Isotton reconheceu a estrutura e o investimento do Cuiabá, mas ressaltou que ambos vivem processos semelhantes de reformulação neste início de temporada.
— O Cuiabá tem um investimento maior, mas também está passando por mudanças. Assim como nós, ainda está em construção. Isso torna o jogo mais equilibrado e aberto.
Mesmo diante do desafio, o treinador garantiu que o Mixto entra em campo com responsabilidade e confiança para competir em alto nível.
— Pela camisa, pela torcida e pela história do clube, temos a obrigação de competir. É um clássico, contra um adversário qualificado, e precisamos estar preparados para qualquer cenário.
O fator casa também foi destacado por Isotton, que acredita que o ambiente do Dutrinha pode ser determinante no confronto.
— Jogar no Dutrinha muda tudo. A presença da torcida cria uma energia diferente, e em clássico isso pesa muito, tanto no aspecto emocional quanto no jogo em si.
Por fim, o técnico lembrou que, apesar de o campeonato ainda estar no início, o resultado do clássico pode refletir diretamente na confiança das equipes para a sequência do Estadual.
— O Campeonato Mato-grossense é muito equilibrado. Ainda estamos no começo, mas um jogo como esse influencia o ambiente, a confiança e o caminho que a equipe pode seguir nas próximas rodadas.









