Crédito da Foto: Reprodução/@flamengo
O Flamengo manifestou insatisfação com a arbitragem no empate por 2 a 2 com o Santos, na última quinta-feira (8), pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Em nota oficial, o clube carioca atribuiu às decisões do árbitro Anderson Daronco influência direta no resultado da partida e apontou supostos erros graves e falta de critério na condução do confronto.
Entre os principais questionamentos estão os dois pênaltis assinalados a favor do Santos, além da intervenção do árbitro de vídeo (VAR) no lance que resultou na expulsão de Jorginho e na marcação da primeira penalidade.
VAR e expulsão de Jorginho entram na lista de reclamações
O clube classificou como desastrosa a atuação do VAR no lance envolvendo Jorginho. De acordo com a manifestação rubro-negra, a análise da jogada provocou uma paralisação de 9 minutos e 56 segundos, apontada como a mais longa do campeonato em uma intervenção desse tipo.
Outro lance contestado ocorreu ainda no primeiro tempo, quando Barreal atingiu Carrascal. Na avaliação do Flamengo, o jogador santista deveria ter recebido cartão vermelho, mas Anderson Daronco aplicou apenas o amarelo. O clube também criticou o fato de o VAR não ter recomendado a revisão do lance.
Segundo pênalti também é questionado
A segunda penalidade marcada para o Santos, em uma jogada envolvendo Luiz Araújo, foi mais um motivo de reclamação. O Flamengo sustenta que não houve infração na origem do lance e considera que a decisão favoreceu o adversário na construção do resultado.
A manifestação também trouxe críticas à escalação de Anderson Daronco e do árbitro de vídeo Toski para o clássico entre Palmeiras e Corinthians, previsto para domingo. O clube justificou o questionamento pelo fato de o Palmeiras ser um concorrente direto na disputa pelo título brasileiro.
Flamengo cita números da arbitragem no campeonato
Para reforçar sua posição, o Flamengo apresentou dados disciplinares da equipe após 29 rodadas. Segundo o clube, o time somava sete expulsões, a segunda maior quantidade da competição, apesar de ocupar a 17ª posição no ranking de faltas cometidas.
O Rubro-Negro também destacou que liderava a média de tempo de bola em jogo no Brasileirão.
Ao encerrar a nota, o Flamengo afirmou que não pretende receber tratamento privilegiado, mas defendeu maior uniformidade na aplicação das regras e rigor nas decisões da arbitragem. O clube argumentou que erros desse tipo não deveriam influenciar os resultados de uma competição marcada pelo equilíbrio.









