Crédito da Foto: AsCom/Dourado
O rendimento do Cuiabá caiu drasticamente na reta decisiva da Série B do Campeonato Brasileiro. Sob o comando do técnico Eduardo Barros, o Dourado chegou a acumular nove partidas de invencibilidade e um aproveitamento de 55%. Porém, após o revés diante do Novorizontino, na Arena Pantanal, o cenário mudou: nos últimos cinco confrontos, o clube somou apenas 1 vitória, 1 empate e 3 derrotas — desempenho de apenas 33%.
Com essa queda, o time praticamente se despede da luta pelo acesso. Embora ainda exista chance matemática, o Cuiabá aparece na 11ª colocação, com 50 pontos, seis atrás do G-4 — que hoje tem o Athletico-PR na quarta posição. Restando apenas três rodadas para o fim da competição, o máximo que o Auriverde pode alcançar é 59 pontos. Na história da Série B, somente o Vitória, em 2007, subiu com essa pontuação.
Confrontos diretos que custaram caro
Um dos principais entraves do Cuiabá foi justamente nos jogos decisivos contra concorrentes diretos. A sequência negativa começou contra o Novorizontino, que estava uma posição à frente do Dourado na tabela. Mesmo com um jogador a mais por mais de 20 minutos, o time mato-grossense não conseguiu reagir e saiu derrotado.
Na rodada seguinte, o triunfo sobre o Coritiba por 1 a 0 animou a torcida, mas logo na sequência, novamente em casa, o Cuiabá foi superado por 3 a 1 pelo Remo, equipe dirigida pelo ex-técnico do Dourado, Guto Ferreira.
Pontos desperdiçados contra o Z4
Outro fator determinante na queda de produção foram os tropeços diante de times que lutam contra o rebaixamento. Antes mesmo de perder a invencibilidade, o Cuiabá já havia deixado escapar resultados importantes contra Paysandu e Botafogo-SP, sofrendo empates já nos minutos finais.
Para completar, na rodada mais recente, diante do Amazonas em Manaus, o Auriverde fez uma de suas piores atuações recentes, praticamente não levou perigo ao adversário e acabou derrotado por 2 a 0 — resultado que ajudou o time amazonense na briga para escapar da degola.









