Crédito da Foto: Camila Alves
A diretoria do Corinthians esteve reunida nesta segunda-feira (22) com representantes da Caixa Econômica Federal para discutir a possibilidade de revisão no contrato do financiamento da Neo Química Arena. O clube busca alterar a forma de cálculo dos juros, que hoje segue o modelo Selic + 2%, para uma taxa vinculada ao IPCA.
O entendimento interno é de que a atual fórmula encarece os custos da dívida, em razão dos patamares elevados da Selic. A ideia da cúpula alvinegra é conseguir um novo acordo que reduza o peso financeiro e alivie as contas do clube.
Por enquanto, não há proposta formal apresentada. As conversas ainda estão em fase inicial, mas a dívida com a Caixa pelo estádio está estimada em R$ 675,2 milhões.
A informação foi inicialmente publicada pelo portal Meu Timão e confirmada pelo ge.
Nos corredores do Parque São Jorge, aliados do presidente Osmar Stabile defendem até mesmo a interrupção temporária dos pagamentos como forma de pressionar o banco.
O tema ganhou força após a declaração de Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo, que sugeriu publicamente a suspensão dos repasses.
Apesar da pressão política, a diretoria do Corinthians não cogita tomar qualquer medida sem a anuência da Caixa, evitando um possível embate jurídico com a instituição financeira.









