Durante a abertura do Conselho Técnico do Brasileirão A1, o presidente da CBF destacou o compromisso em fortalecer o futebol feminino brasileiro, ressaltando que o investimento abrange aumento significativo em cotas e premiações. Além disso, a arbitragem será ampliada, com a introdução do VAR a partir das quartas-de-final, e a CBF custeará a logística de todas as equipes, entre outros investimentos.
Rodrigues enfatizou o objetivo da CBF em elevar a qualidade do futebol feminino no Brasil, buscando qualificar toda a cadeia produtiva, desde jogadoras até gestoras, médicas, treinadoras e árbitras.
O anúncio também incluiu reajustes nas cotas para os 16 clubes participantes, com R$ 300 mil para cada time na primeira fase, R$ 100 mil para os oito classificados na segunda fase, e mais R$ 100 mil para os quatro finalistas, totalizando R$ 6 milhões em cotas. A premiação total atingirá quase R$ 2,3 milhões, sendo R$ 1,5 milhão para o campeão e R$ 750 mil para o vice, representando um aumento de 25% em relação ao ano anterior.
A CBF assumirá os custos com arbitragem, introduzindo o VAR em todas as partidas a partir das quartas de final, e cobrirá despesas com transporte, logística, doping, entre outras ações, visando tornar a competição mais atrativa para novos patrocinadores e o público.
O encontro virtual que anunciou o investimento recorde e marcou a realização do primeiro Conselho Técnico com os 16 clubes participantes representa uma nova fase para o Brasileirão Feminino Neoenergia, seguindo o exemplo das práticas adotadas no futebol masculino. O presidente ressaltou a importância dessas reuniões para discutir pontos essenciais que fortaleçam a competição.
Kin Saito, diretora de Futebol Feminino do Cruzeiro, elogiou os novos investimentos da CBF e a realização do Conselho Técnico, destacando a importância do encontro para o fortalecimento do futebol feminino no país. O presidente Ednaldo Rodrigues concluiu afirmando que a missão da CBF é tornar o futebol feminino cada vez mais forte no Brasil.