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O volante Casemiro, líder da seleção brasileira e peça-chave do técnico Carlo Ancelotti, falou com sinceridade sobre a situação do time pensando na Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. O capitão reconheceu que a equipe está “um pouco atrás” das concorrentes devido ao ciclo conturbado, marcado por mudanças de treinadores.
“Nós estamos um pouco atrás se for comparar o ciclo, né. O treinador está há três meses, trabalhou com a gente 20, 30 dias, não sei. Então é claro, inevitável, e nós temos de ser sinceros que estamos um pouco atrás”, afirmou Casemiro.
Apesar da avaliação realista, o jogador reforçou a confiança na qualidade do elenco brasileiro, destacando o alto nível dos atletas e a capacidade de adaptação rápida.
“Mas aqui se trata da seleção brasileira, com qualidade, jogadores de alto nível, dos maiores clubes da Europa... A adaptação é sempre mais rápida quando você tem jogadores desse nível. Até a Copa do Mundo, teremos 40, 50 dias com o mister, e a adaptação precisa ser o quanto antes. O maior desafio é retomar a sintonia e a conexão do grupo”, disse.
Casemiro também comentou sobre os próximos amistosos contra Coreia do Sul, nesta sexta-feira, e Japão, na terça-feira, dois adversários já garantidos no Mundial. Para ele, os confrontos serão importantes para avaliar o desempenho da seleção e testar diferentes estilos de jogo.
“É muito importante diversificar a dinâmica do adversário. Com todo respeito a outras seleções, Coreia do Sul e Japão são os principais da Ásia. Jogar contra equipes de alto nível é fundamental para conhecer a escola, entender o nível em que estão e avaliar os rivais. Em uma Copa do Mundo, você não sabe quem vai enfrentar, então essa experiência é essencial”, completou o capitão.
A declaração mostra que, mesmo com humildade sobre o momento do time, Casemiro mantém a confiança na qualidade do elenco e na preparação para chegar forte ao Mundial de 2026.









