Crédito da Foto: Divulgação/World Volleyball
A seleção brasileira masculina de vôlei volta à quadra nesta sexta-feira (26) em busca de reabilitação na Liga das Nações. O confronto será contra a Itália, às 15h (horário de Brasília), em Liubliana, na Eslovênia, válido pelo segundo compromisso da segunda semana da competição.
O Brasil chega pressionado após sofrer sua primeira derrota no torneio. Na última quarta-feira (24), também em Liubliana, a equipe comandada por Bernardinho foi superada pela Ucrânia por 3 sets a 1, com parciais de 27/29, 22/25, 25/22 e 21/25.
Na partida, o destaque brasileiro foi o oposto Darlan, responsável por 26 pontos. Apenas Adriano e Flávio também alcançaram dois dígitos na pontuação, com dez pontos cada. Do outro lado, a Ucrânia teve desempenho mais equilibrado, com quatro atletas atingindo boa marca de pontos, incluindo 19 de Oleh Plotnytskyi e 17 do oposto Vasyl Tupchii.
A Liga das Nações reúne 18 seleções e tem fase classificatória disputada ao longo de três semanas, com 12 jogos para cada equipe, realizados em diferentes sedes. O Brasil começou sua campanha em Brasília, onde venceu os quatro primeiros compromissos. Depois da etapa atual em Liubliana, a seleção encerra a fase inicial em Chicago, nos Estados Unidos, entre os dias 15 e 19 de julho.
Os oito melhores avançam para a fase final, que será disputada em Ningbo, na China, entre 29 de julho e 2 de agosto. Na competição, vitórias por 3 a 0 ou 3 a 1 garantem três pontos, enquanto triunfos por 3 a 2 rendem dois pontos ao vencedor e um ao derrotado.
Na classificação, o Brasil ocupa a quinta colocação, com quatro vitórias, uma derrota e 11 pontos. A Itália aparece em sétimo lugar, com três vitórias e três derrotas, somando 10 pontos. Os italianos também vêm de revés recente, ao perderem para a Ucrânia por 3 sets a 0.
A liderança da Liga das Nações é dos Estados Unidos, com 15 pontos. O Japão aparece na sequência com 14 pontos e melhor aproveitamento em seus jogos disputados.
Campeão da competição em 2021, o Brasil busca voltar ao topo e se igualar a seleções como França, Rússia e Polônia, atual campeã. Em 2025, a equipe brasileira conquistou a medalha de bronze e segue entre as principais forças do voleibol mundial.









