A Fifa abriu, em março deste ano, o processo de candidatura para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027. O Brasil, representado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pelo Governo Federal, manifestou interesse em hospedar o torneio pela primeira vez.
A entidade máxima do futebol anunciou três inovações no processo de seleção: uma auditoria independente para garantir a transparência, uma equipe para avaliar as propostas e uma "final" entre as candidaturas mais promissoras.
Após o anúncio da candidatura do Rio de Janeiro para a Copa do Mundo Feminina de 2027, São Paulo também entrou na disputa. As duas cidades pretendem sediar partidas, acolher delegações e fornecer suporte em infraestrutura e segurança, contribuindo conjuntamente para a candidatura do Brasil, sem restringir o torneio apenas a esses locais.
No sábado, dia 4, o Governo Federal formalizou a intenção do Brasil de sediar o evento ao entregar à CBF e à FIFA a Declaração Governamental, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro do Esporte, André Fufuca. A declaração inclui sete garantias governamentais exigidas pela FIFA.
Os documentos, que abrangem áreas como vistos, permissões de trabalho, segurança e tecnologia da informação, são resultado de um Grupo de Trabalho Interministerial, liderado pelo Ministério do Esporte, e composto por 23 ministérios. A expectativa é que a FIFA anuncie em breve o país anfitrião do torneio.
A candidatura brasileira para sediar a Copa do Mundo de Futebol Feminino é parte dos esforços do governo para promover a participação crescente das mulheres no futebol. A liderança do Ministério do Esporte na Estratégia Nacional para o Futebol Feminino reforça o compromisso do Governo Federal em incentivar o destaque das mulheres no esporte e em todos os setores.









