Crédito da Foto: Rafael Ribeiro e Nelson Terme / CBF
Classificado para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 após vencer o Japão por 2 a 1, o Brasil terá pela frente um desafio que vai além da disputa por uma vaga na próxima fase.
No domingo (5), às 17h (de Brasília), a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta a Noruega no MetLife Stadium, em Nova Jersey, tentando interromper um longo retrospecto desfavorável diante de seleções europeias em mata-matas de Mundiais.
Desde a conquista do pentacampeonato, em 2002, a Seleção Brasileira não consegue superar adversários da Europa em confrontos eliminatórios de Copa do Mundo. Nesse período, foi eliminada pela França nas quartas de final de 2006, pela Holanda em 2010, pela Alemanha na semifinal de 2014, pela Bélgica em 2018 e pela Croácia, nos pênaltis, nas quartas de final da edição de 2022.
A Noruega garantiu presença nas oitavas após derrotar a Costa do Marfim por 2 a 1 na última terça-feira (30), assegurando o direito de enfrentar os brasileiros na sequência da competição.
Além do tabu recente em Copas, o histórico de confrontos entre as duas seleções também favorece os noruegueses. Em quatro partidas disputadas, a Noruega venceu duas vezes, enquanto os outros dois jogos terminaram empatados.
O encontro mais lembrado aconteceu na Copa do Mundo de 1998, quando a seleção europeia derrotou o Brasil por 2 a 1 na fase de grupos. Apesar da derrota, os brasileiros avançaram na liderança da chave e chegaram à final daquela edição.
O duelo mais recente entre as equipes ocorreu em 2006, em um amistoso realizado após o Mundial da Alemanha. Na ocasião, Brasil e Noruega empataram por 1 a 1.
Quase duas décadas depois do último confronto, as seleções voltam a se encontrar em um jogo decisivo. Para o Brasil, a partida representa a oportunidade de encerrar dois tabus de uma só vez: vencer a Noruega pela primeira vez e voltar a eliminar uma equipe europeia em Copa do Mundo, mantendo vivo o objetivo de conquistar o hexacampeonato.









