Crédito da Foto: Livia Villas Boas/Staff Images Woman/CBF
A Seleção Brasileira feminina dá início neste sábado (11) à sua participação no FIFA Series, em Cuiabá, em um clima de forte conexão com o torcedor brasileiro. Em coletiva de imprensa, a meio-campista Angelina ressaltou a importância de voltar a atuar no país em meio ao ciclo de preparação para a Copa do Mundo Feminina.
“Sentíamos falta de jogar no Brasil. Estar perto da torcida muda tudo. Para muitas de nós, é especial poder atuar onde crescemos, com a família por perto. Isso dá uma energia diferente ao grupo”, comentou a jogadora, que atua no futebol dos Estados Unidos.
O torneio amistoso integra o calendário de preparação da equipe visando o Mundial de 2027, que será realizado no Brasil — um momento considerado histórico para o futebol feminino. A CBF, em parceria com a FIFA, vem ampliando a realização de partidas em território nacional como forma de aproximar a seleção dos torcedores e impulsionar a modalidade.
Os jogos em Cuiabá representam o retorno da equipe ao país após os amistosos contra o Japão em 2025. Mesmo fora do grupo de cidades-sede da Copa, a Arena Pantanal recebe confrontos relevantes, reforçando a estratégia de descentralização e expansão do futebol feminino.
“É muito importante levar esses jogos para diferentes regiões. Nem todas as cidades estarão na Copa, mas todas podem viver esse momento e fazer parte dele”, destacou Angelina.
Na estreia, o Brasil enfrenta a Coreia do Sul, seleção conhecida pela disciplina tática e forte sistema defensivo. Segundo Angelina, o principal desafio será encontrar espaços e lidar com os contra-ataques adversários.
“Estamos focadas em impor nosso jogo. Sabemos que será uma partida complicada, contra uma equipe bem organizada, mas estamos preparadas para buscar soluções”, afirmou.
Depois, a Seleção ainda terá pela frente Zâmbia e Canadá, adversários de estilos distintos, o que é visto como positivo pela comissão técnica na evolução do grupo durante a Data FIFA.
Dentro do planejamento da CBF, a meta é consolidar um modelo de jogo competitivo no cenário internacional sem perder a identidade da equipe. “Independentemente do adversário, queremos manter nossa forma de jogar e seguir evoluindo”, finalizou Angelina.









