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Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti concedeu entrevista coletiva e abordou temas importantes da preparação para o Mundial. O treinador comentou a mudança na convocação, analisou o adversário da estreia, Marrocos, e evitou cravar qualquer seleção como favorita ao título.
Ancelotti explicou a entrada de Ederson no lugar de Wesley, cortado por lesão muscular antes do início da competição. Segundo o técnico, a decisão levou em conta o equilíbrio do elenco e a necessidade de manter opções consistentes entre os setores. Ele ressaltou que não gosta de realizar substituições nesse momento, mas afirmou que a alteração foi inevitável diante do problema físico do atleta.
Sobre o confronto de estreia, contra Marrocos neste sábado, às 19h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o italiano fez elogios ao adversário e destacou a força da equipe africana, semifinalista da última Copa do Mundo. Para ele, o rival tem organização tática, qualidade individual e pode ser perigoso em diferentes situações do jogo. Ancelotti também destacou o trabalho da Seleção nas bolas paradas durante os treinos.
O treinador comentou ainda o estilo de jogo que pretende adotar, reforçando que a posse de bola é importante, mas não deve ser tratada como único objetivo. Segundo ele, o foco principal é o controle da partida, tanto ofensiva quanto defensivamente, com uma equipe equilibrada em todos os momentos.
Na parte final da coletiva, Ancelotti falou sobre a pressão natural de uma Copa do Mundo e afirmou que esse cenário faz parte da rotina de qualquer treinador. Ao ser questionado sobre favoritos, evitou apontar uma seleção isolada, mas citou a Espanha entre as equipes mais fortes e destacou o equilíbrio geral da competição.
O Brasil estreia neste sábado contra Marrocos pelo Grupo C, que também conta com Haiti e Escócia. A Seleção inicia sua caminhada em busca do hexacampeonato mundial.









